14 de Setembro de 2021

10 de Julho de 2020

O Times Higher Education Latin America Ranking (THE – Latin) utiliza os mesmos indicadores, mas com ponderações distintas. A UnB passou a integrar esse ranking em 2017 e, desde então, vem em uma tendência de melhora de sua classificação. Em média, subiu-se pouco mais de uma posição por ano, sendo classificada em 19º, em 2017, alcançando, em 2021, a 16ª posição.

Em 2021, entre as universidade brasileiras e entre as federais, a UnB, classificou-se, respectivamente, em 12º e sétimo (7º) lugar. Destaca-se que, ao longo dos anos, tem havido considerável ampliação no quantitativo de instituições, quer internacionais, quer nacionais, que participam nesse ranking.

 

 

 



O Times Higher Education Emerging Economies Ranking (THE-EE) utiliza os mesmos dados do THE-World, com outra calibragem nos pesos. Participam apenas países classificados como “emergente avançado”, “emergente secundário” ou “fronteiriço”.

Integrando esse ranking a desde de 2018, a UnB, no ano de 2022, foi classificada entre 301–350 melhores universidades do mundo. Entre as universidades nacionais, a UnB classificou-se na 13ª colocação e, entre as universidades federais, na sétima (7ª) posição. Destaca-se que, ao longo dos anos, tem havido considerável ampliação no quantitativo de instituições que participam desse ranking.

As figuras abaixo demonstram a evolução da Universidade de Brasília no ranking de economias emergentes do THE.

 

 

 

Iniciado em 2017, o Times Higher Education Subject Ranking, THE– Subject, classifica as universidades mundiais por área de estudo. Essa classificação utiliza os mesmos indicadores do ranking THE-World. As figuras a seguir trazem, para cada área, a classificação da UnB entre as universidades mundiais, nacionais e federais, desde o início de sua participação, em 2018.

Na área de artes e de humanidades, no último ano do ranking, a UnB classificou-se na faixa 501+. Em relação às universidades brasileiras, a UnB classificou-se na 7ª posição. Entre as universidades federais, a UnB alcançou a 5ª colocação.

 

 

Na área de Negócios e Economia, nos últimos três anos do ranking, a UnB classificou-se em 601+, em 2022. Em relação às universidades brasileiras a UnB classificou-se na 12ª posição. Finalmente, entre as universidades federais, a UnB classificou-se em na 8ª posição.

 

 

Na área de Clínica e Saúde, nos últimos três anos do ranking, a UnB manteve-se entre 401ª a 500ª. Em relação às universidades brasileiras a UnB classificou-se, em 2022, na 9ª posição. Finalmente, entre as universidades federais, a UnB classificou-se, em 2022, na 7ª posição.

 

 

Na área de Ciências da Computação, a UnB manteve-se na posição 801ª, em 2022. Em relação às universidades brasileiras, a UnB classificou-se, em 2022, na 26ª posição. Finalmente, entre as universidades federais, a UnB classificou-se, em 2022, na 19ª posição.

 

 

Na área de Educação, em 2022, a UnB classificou-se em 501ª+ posição. Em relação às universidades brasileiras, a UnB classificou-se, em 2022, na 8ª posição. Finalmente, entre as universidades federais, a UnB classificou-se, em 2022, na 2ª colocação.

 

 

Na área de Engenharia, nos últimos três anos do ranking, a UnB manteve-se acima na posição 801-1000. Em relação às universidades brasileiras, a UnB classificou-se, em 2022, 25ª posição. Finalmente, entre as universidades federais, a UnB classificou-se, em 2022, na 18ª posição.

 

 

Na área de Ciências Sociais, a UnB alcançou a posição 601ª, em 2022. Em relação às universidades brasileiras, a UnB classificou-se, em 2022, na 6ª posição. Finalmente, entre as universidades federais, a UnB classificou-se, em 2022, na 3ª posição.

 

 

Na área de Ciências da Vida, a UnB classificou-se, em 2022, na 601-801ª. Em relação às universidades brasileiras, a UnB classificou-se, em 2022, na 13ª posição. Finalmente, entre as universidades federais, a UnB classificou-se, em 2022, na 9ª posição.

 

 

Na área de Ciências da Natureza, a UnB, classificou-se na 1001ª+ posição, em 2022. Em relação às universidades brasileiras, a UnB classificou-se, em 2022, na em 28ª posição. Finalmente, entre as universidades federais, a UnB classificou-se, em 2022, na 20ª posição.

 

 

Na área de Psicologia, a UnB, em 2022, classificou-se em 501ª. Em relação às universidades brasileiras, a UnB classificou-se, em 2022, na 2ª posição. Finalmente, entre as universidades federais, a UnB classificou-se, em 2022, na 1ª colocação.

 

 

Em 2022, a Universidade de Brasília participou, pela primeira vez, no ranking THE Impact¹. A UnB ficou em primeiro lugar entre as universidade brasileiras nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de saúde e bem-estar (ODS3) e na qualidade de educação (ODS4).
Metodologicamente, o THE Impact Rankings consiste na calibragem de quatro ODS. O ranking tem 17 Objetivos, dentre os quais a universidade deve escolher três de sua preferência e participar, obrigatoriamente, do décimo sétimo (Parceria para os objetivos).
A UnB foi melhor classificada no objetivo terceiro (Good Health e Well-Being), quarto (Quality Education) e oitavo (Decent Work and Economic Growth). A tabela abaixo resume o total de participantes e a classificação da UnB. 


¹https://www.timeshighereducation.com/rankings/impact/2022/overall#!/page/0/length/25/sort_by/rank/sort_order/asc/cols/undefined

Metodologicamente, o Ranking AD-Index¹ organiza-se da seguinte maneira:

Os rankings de Cientistas por Universidade, país, região e no mundo foram realizados baseado no “índice-h total”. O “índice-h total” foi usado nos rankings por filial e por subfilial.

Os critérios de classificação baseados na pontuação do “índice-h total” foram usados na seguinte ordem:

  1. A pontuação do “índice-h total”;
  2. Número total de citações;
  3. Pontuação do “índice i10 total”;
  4. Pontuação do “índice-h total” dos últimos 5 anos.

A classificação com base no índice-h dos últimos 5 anos foram realizadas na seguinte ordem:

  1. Pontuação do índice-h total do último ano;
  2. Número de citações nos últimos 5 anos;
  3. Pontuação dos últimos 5 anos do índice i10;
  4. Pontuação do índice-h total.

Os critérios de classificação com base no índice i10 foram realizados na seguinte ordem:

  1. Pontuação total do índice i10;
  2. Pontuação do índice-h total;
  3. Número total de citações;
  4. Pontuação dos últimos 5 anos do índice i10

A classificação com base no número total de citações foi realizado utilizando-se os critérios na seguinte ordem:

  1. Número total de citações;
  2. Pontuação no índice-h;
  3. Pontuação total no índice i10;
  4. Número de citações nos últimos 5 anos.

A classificação com base no número total de citações nos últimos 5 anos foram realizadas utilizando-se dos seguintes critérios:

  1. Número de citações nos últimos 5 anos;
  2. Pontuação no índice-h nos últimos 5 anos;
  3. Pontuação no índice i10 nos últimos 5 anos;
  4. Número total de citações.

Em 2022, foi o primeiro ano de lançamento do Ranking AD-Index. Nesse ano foram classificados 15.173 universidades mundo afora. Dentre essas, 1.669 são da América Latina e 522 brasileiras. A tabela a seguir resume essas informações.

A tabela abaixo é um quadro-resumo por região e por ano da classificação da UnB em cada uma das subclassificações que forma o Ad-Index.

Por fim, a próxima tabela traz o número de cientistas em cada área da Universidade de Brasília(UnB) que foram classificados no AD-Index ranking. Deve-se ressalvar que o ranking AD-Index agrupa os cientistas em três categorias: Entre os 10 mil primeiros, entre os 100 mil primeiros; e entre todos os cientistas do ranking.


¹https://www.adscientificindex.com/university/Universidade+de+Bras%C3%ADlia+UNB/

03 de Julho de 2020

Publicado anualmente, o Quacquarelli Symonds World University Rankings, QS-World, foi criado para ajudar potenciaisos estudantes em potencial a fazerem comparações das universidades líderes em todo o mundo. Desde que os rankings foram desenvolvidos pela primeira vez, em 2004, se expandiram-se para classificar mais de 1300 universidades, com mais de 5.500 avaliadas em sua última versão.

As 400 melhores universidades são classificadas individualmente, e as demais são classificadas em grupos – começando de 401-410, até 801-1000. A metodologia utiliza seis critérios para quantificar o desempenho das universidades:

  • Reputação acadêmica: com peso 40% - pesquisa acadêmica conduzida pelo próprio QS;
  • Reputação com empregadores: com peso 10%, pesquisa com empregadores conduzida pelo próprio QS;
  • Proporção de docentes por aluno: com peso 20%, divisão simples do total de docentes pelo total de alunos da instituição;
  • Citações por docente: com peso 20%, utiliza a base de dados Scopus para calcular a relação entre o número total de citações da instituição, nos últimos cinco anos, e o total de docentes;
  • Proporção de docentes internacionais: com peso 5%, divisão simples entre o número de docentes internacionais pelo número total de docentes da instituição;
  • Proporção de estudantes internacionais: com peso 5% - divisão simples entre o número de alunos internacionais pelo número total de alunos da instituição.

Na última avaliação (2023), a UnB continua como a universidade mais bem avaliada do Centro-Oeste e manteve sua posição entre as 801-1000 melhores do mundo. Por decisão da própria consultoria QS, apenas as primeiras 500 universidades têm seus indicadores divulgados, o que limita bastante a análise, com base em dados, da evolução da universidade.

 

 

 

 

 


[1] www.QS.com

O Ranking Quacquarelli Symonds América Latina (QS-Latin) reproduz a metodologia do QS-World, mantendo seus indicadores chaves; contudo considera uma calibragem das métricas utilizadas que se adequem à realidade regional. Desse modo, o QS-Latin utiliza os seguintes critérios, para classificar as universidades: Reputação Acadêmica (30%); Reputação Empregatícia (20%); Razão Estudante por Faculdade (10%); Professores com PhD (10%); Rede Internacional de Pesquisa (10%); Citações por Artigo (10%); Artigo por Faculdade (5%) e Impacto Digital (5%)[1] .

Conforme se verifica nas figuras a seguir, a UnB oscilou no ranking regional, entre 2018 a 2022, da 18ª posição, naquele primeiro ano, para a 28ª, neste último. Entre as universidades brasileiras, a UnB encontra-se na 8ª posição, em 2022. Entre as universidades federais, a UnB voltou a 4ª posição, em 2022. Destaca-se que, ao longo dos anos, tem havido considerável ampliação no quantitativo de instituições para participam no ranking, quer internacionais, quer nacionais.

 

 

 

 

A figura abaixo ilustra a evolução da nota da Universidade de Brasília nos indicadores que compõem o ranking QS-Latin.

 


[1] Academic Reputation; Employer Reputation; Faculty to Student Ratio; Staff with PhD; International Research Network; Citations per Paper; Paper per Faculty e Web impact.

O Ranking Quacquarelli Symonds BRICS (QS-BRICS) reproduz a metodologia do QS-World, mantendo seus indicadores-chave; contudo considera uma calibragem das métricas que se adequem à realidade desse grupo de economias emergentes. Desse modo, o QS-BRICS utiliza os seguintes critérios, para classificar as universidades: Reputação Acadêmica (30%); Reputação Empregatícia (20%); Razão Estudante por Faculdade (10%); Professores com PhD (10%); Rede Internacional de Pesquisa (10%); Citações por Artigo (10%); Artigo por Faculdade (5%) e Impacto Digital (5%).

Conforme a Figura abaixo, a UnB oscilou no ranking QS-BRICS, entre 2014 a 2019, da 48ª posição, naquele primeiro ano, para a 70ª, neste último. Entre as universidades brasileiras, a UnB manteve, com oscilação, a 11ª, posição. Por fim, entre as universidades federais, também com oscilação, a UnB manteve-se na 6ª posição.

Destaca-se que, ao longo dos anos, tem havido considerável ampliação no quantitativo de instituições para participam no ranking, quer internacionais, quer nacionais. O último ano de lançamento desse ranking foi 2019.

 

 

 

Iniciado em 2017, o Quacquarelli Symonds Subject Ranking, QS – Subject, classifica as universidades mundiais por área de estudo. Essa classificação utiliza os mesmos pesos do ranking QS-World, mas com diferente distribuições de peso para as diferentes áreas.

As figuras a seguir trazem, desde 2018, para cada área, os gráficos com sua evolução da UnB nos indicadores desse ranking.  Cabe ressalvar que a Universidade de Brasília não pontuou suficientemente em Engenharia & Tecnologia e em Ciências Naturais, para participar do ranking de grandes áreas.

Na área de artes e de humanidades, em 2022, a UnB classificou-se na posição 401-500, retornando a posição que havia se classificado nos anos anteriores.

 

 

Na área de Ciências da Vida e Medicina, a UnB, classificou-se entre os 451-500 primeiros colocados.

 

 

Na área de Ciências Sociais e Administração, a UnB, classificou-se entre 401-450 primeiros colocados.